← IA Notícias Tech

Mais de 400 operadoras clandestinas são fiscalizadas no Brasil, revela Anatel

13 de August de 2026 476 leituras
Mais de 400 operadoras clandestinas são fiscalizadas no Brasil, revela Anatel
Foto: Miguel Á. Padriñán / Pexels

Mais de 400 operadoras clandestinas são fiscalizadas no Brasil, revela Anatel. A Anatel mantém 418 fiscalizações em andamento contra prestadoras clandestinas de banda larga fixa no Brasil.

O que aconteceu

A Anatel mantém 418 fiscalizações em andamento contra prestadoras clandestinas de banda larga fixa no Brasil.

As operações já identificaram mais de R$ 620 mil em equipamentos roubados e resultaram em oito prisões.

Os números foram apresentados durante o VI Simpósio TelComp, realizado em Brasília.

Por que importa

Os números em evidência (10%, R$ 620, 620 mi, 21 mi, 10 mi) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Tech.

Consequência prática

As ações fazem parte do Plano de Ação para Combate à Concorrência Desleal e Regularização da Banda Larga Fixa.

Além das operações contra empresas sem autorização, a agência realiza atualmente 49 fiscalizações em prestadoras que possuem outorga.

Nesse caso, o trabalho é mais amplo, pois envolve a verificação de diferentes obrigações regulatórias, tributárias e trabalhistas.

As operações da Anatel não se limitam a verificar se uma empresa possui autorização para oferecer internet.

Os fiscais também analisam dados de acessos, estações, situação tributária e documentação trabalhista, além da utilização de postes e da origem dos equipamentos encontrados nas redes.

A agência também passou a utilizar ferramentas de inteligência para identificar possíveis alvos.

A Superintendência de Fiscalização agora pode iniciar ações de ofício a partir da análise de dados, sem depender exclusivamente de solicitações encaminhadas por outras áreas da Anatel.

Um dos problemas identificados é a subnotificação de assinantes.

Em 2025, quando o plano foi aprovado, o Brasil tinha cerca de 21 mil operadoras, mas somente 10 mil apresentavam dados de acesso à Anatel.

Apenas cerca de 7 mil forneciam informações econômico-financeiras e 5,5 mil tinham algum dado relacionado a postes.

Equipamentos roubados podem gerar investigação criminal A origem dos equipamentos utilizados nas redes também passou a receber atenção especial.

Durante algumas fiscalizações, a Anatel encontrou equipamentos furtados de uma empresa instalados na rede de outra prestadora.

Quando há indícios de crime, as informações podem ser encaminhadas às autoridades policiais.

A agência também está coletando informações sobre furtos e outros episódios de violência contra empresas de telecomunicações.

A ideia é criar um mapa de ocorrências que possa ser compartilhado com órgãos de segurança pública para auxiliar no combate à criminalidade contra as redes.

O plano de fiscalização também alcança empresas que fornecem capacidade de rede no atacado.

A Anatel alerta que, caso um provedor atendido esteja operando clandestinamente, o atacadista deve interromper a cessão de capacidade.

A agência trabalha na criação de um selo de regularidade para ajudar consumidores a identificar prestadoras que cumprem suas obrigações regulatórias.

Desde a implementação do plano, em junho de 2025, a Anatel recebeu 461 denúncias sobre irregularidades, mas apenas cerca de 10% delas deram origem a fiscalizações.

A agência afirma que muitas denúncias não apresentam informações suficientes para orientar as operações.

A Anatel afirma que o objetivo inicial é regularizar as empresas e não simplesmente aplicar punições.

Sanções podem ocorrer quando uma prestadora continua descumprindo as regras, mesmo após ser notificada e receber oportunidade para se adequar.

#clandestinas #fiscalizadas #operadoras #tech
Rodapé editorial

Matéria produzida com curadoria editorial assistida por IA, a partir de pauta de canaltech.com.br.

Compartilhar:
Leia também